A Polícia Federal finalizou a análise do pen drive apreendido em junho, durante operação de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. O dispositivo foi encontrado em um banheiro do imóvel, o que gerou suspeitas entre os investigadores, especialmente por ocorrer no contexto de apuração sobre supostas articulações golpistas no período pós-eleições de 2022.
Segundo fontes ligadas à investigação, os dados presentes no pen drive não apresentaram qualquer conexão com o caso em apuração. O conteúdo era composto por arquivos pessoais e documentos já conhecidos, sem relevância criminal ou indícios de participação em atos antidemocráticos. Diante disso, os investigadores consideraram o material irrelevante para o inquérito.
Apesar da inutilidade do pen drive para a investigação, a Polícia Federal continua trabalhando em outras frentes, com base em depoimentos, delações premiadas e análise de mensagens trocadas entre militares e assessores do ex-presidente. O foco central da apuração permanece voltado para a tentativa de interferência institucional e possíveis crimes contra o Estado Democrático de Direito.
Jair Bolsonaro nega qualquer envolvimento em ações golpistas e afirma ser alvo de perseguição política. Seus advogados classificaram a apreensão do pen drive como “midiática” e sem base legal.
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